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Cidade Online – O melhor amigo da sua cidade!

In Sem categoria on 20/12/2011 by flavioaf Etiquetado: , , , ,

Gostaria de compartilhar com vocês que está no ar o site Cidade Online – O melhor amigo da sua cidade!

http://www.cidade-online.com

Trata-se de uma forma inteligente de enxergar uma cidade na Web, ou seja, um portal com informações sobre a cidade do Rio de Janeiro em tempo real! Acessem, cadastrem-se e compartilhem com os amigos!

Nesta primeira versão, já está disponível o Mapa Interativo do Trânsito! Ou seja, você vai poder consultar as condições de trânsito no Rio de Janeiro em tempo real, de forma fácil, rápida, e, principalmente, focada nos lugares de seu interesse! O objetivo é facilitar a vida das pessoas, permitindo que tomem as melhores decisões de rotas, antes que elas encarem o trânsito da cidade!

Os eventos de trânsito são exibidos por meio de ícones em um mapa do Google, facilitando a visualização e centralizando as informações sobre as condições gerais de seus trajetos mais corriqueiros, sem você precisar consultar diversos sites de notícias para isso. Para visualizar o mapa de eventos, não é necessário sequer fazer login, basta acessar o seguinte endereço:

http://www.cidade-online.com/mapa.php

Você pode se perguntar: mas se eu não preciso de login para acessar o mapa, para que existe um cadastro?

Criando uma conta, você vai poder personalizar o Mapa Interativo de Trânsito com as rotas que você usa com frequência, por exemplo: Casa – Faculdade, ou Casa – Trabalho. Dessa forma, o site já irá mostrar automaticamente como está o trânsito nos caminhos cadastrados! Cadastre-se aqui: http://www.cidade-online.com/cadastro.php

Você também poderá preencher suas preferências com relação à gastronomia e lazer, para futuramente receber dicas e promoções de estabelecimentos, principalmente dos que estarão próximos à suas rotas.

Acessem, cadastrem-se, usem e compartilhem com os amigos e familiares!

Abraços,


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Mythbusters – 10 Mitos sobre Empreendedorismo

In Empreendedorismo e Inovação on 06/11/2011 by flavioaf Etiquetado: , ,

Existem muitos mitos sobre o empreendedorismo. A maioria deles surge devido a casos isolados que se tornam famosos e as pessoas acabam generalizando. Segue abaixo alguns dos maiores mitos sobre o assunto:

  1. Empreendedor nasce empreendedor: Esse é um assunto controverso mesmo entre os acadêmicos da área de empreendedorismo. Alguns acreditam que empreendedorismo se ensina, se desenvolve. Outros acreditam que empreendedor nasce empreendedor. Não há nada comprovado sobre isso. Pelo contrário, na maioria dos casos, o sucesso veio com muito esforço, e muito estudo para o desenvolvimento do talento empreendedor, nos levando estatisticamente a crer que o que leva ao sucesso não é a genética, mas sim o esforço individual.
  2. Não é preciso educação nem experiência: MENTIRA! Mentira grande por sinal. É claro que existem casos em que isso ocorre, como por exemplo, o de Steve Jobs, que não tinha formação em tecnologia, aliás, nem terminou sua faculdade de caligrafia. Ou o de Bill Gates, que largou a faculdade de economia (sim economia) em Harvard para montar uma empresa de software, numa época que a indústria de tecnologia estava totalmente voltada para o hardware. Mas em ambos os casos, os visionários tinham um amigo especialista na parte técnica para desenvolver suas idéias. E por causa de casos pouco numerosos como estes as pessoas generalizam e criam esse tipo de mito. Mas pesquisas mostram que na maioria dos casos de sucesso, pelo menos um dos sócios envolvidos tinha conhecimento técnico sobre a área de atuação, e os outros sócios sobre gestão, ou experiências em vendas.
  3. Não é necessário dinheiro para começar: Outra grande MENTIRA e com casos de sucesso bem mais escassos do que no caso anterior. Dinheiro é importante sim para se montar um negócio, seja para alugar uma sala, para investir em infra-estrutura, ou para contratar funcionários. Mesmo que a categoria do negócio não exija uma grande quantidade de gastos iniciais (o que é comum no caso de Startups e empresas de internet), sempre existem despesas com contador e com os impostos e taxas exorbitantes que precisam ser pagos no Brasil. Por isso é fundamental captar dinheiro através de financiamento e fundos de investimentos. Isso me lembra uma frase que li recentemente: “4 out 5 people who use the phrase “it’s cheap to build a startup” have never built a startup (and probably never will)”.
  4. Empreendedor trabalha sozinho: Muito pelo contrário. Rede de relacionamentos é fundamental. Na maioria dos casos, as pessoas que o empreendedor conheceu em suas experiências anteriores acabam se tornando sócios, funcionários, clientes ou fornecedores. Ninguém chega a lugar nenhum sozinho. Essa máxima também é verdadeira no empreendedorismo. O empreendedor não é auto-suficiente, precisa de pessoas talentosas para complementar seus conhecimentos e competências. Uma reportagem publicada na revista The Economistafirma que antes de tudo “empreendedorismo é uma atividade social”.
  5. Uma idéia boa é o suficiente para o sucesso: Idéia nenhuma, por melhor que seja dá certo sem uma boa execução. Não adianta simplesmente ter uma idéia fantástica com uma execução ruim. Melhor do que isso é ter uma idéia ruim com uma boa execução. Já vi idéias ruins muito bem executadas que foram muito bem sucedidas e também já vi o contrário. Claro que o melhor dos mundos é ter uma boa idéia e uma boa execução. Mas nem sempre isso acontece. Mas o que não deve ser feito é cruzar os braços e esperar uma idéia brilhante, sem colocar as idéias que você já tem na prática para testar. Bota para fazer! Certa vez, um investidor me disse que eles não avaliam apenas a idéia, mas também a equipe, sua capacidade de executar o projeto e principalmente o brilho nos olhos!
  6. Não devemos correr riscos: Mito. Os riscos fazem parte da realidade do empreendedor. Ao invés de fugir dos riscos, o empreendedor mitiga os riscos. Correr muitos riscos não é uma característica inevitável do empreendedor. Muito pelo contrário, crucial é saber administrá-los.
  7. Empreendedor não tem chefe: Não tem chefe de forma hierárquica, como todo mundo pensa quando ouve a palavra “chefe”. Mas tem que prestar contas, já que tem sócios, clientes e fornecedores. E muitas vezes também tem que prestar contas para um fundo de investimentos, ou Angel, se recebeu algum aporte financeiro para o capital inicial, o chamado “Seed Capital”.
  8. Empreendedor trabalha pouco: Mito. Muito pelo contrário. Empreendedor trabalha demais! Trabalhar muito faz parte da rotina da maioria dos donos de empresas. Isso acontece por causa de uma característica muito comum aos empreendedores: auto cobrança. Afinal, os empreendedores são empregados do pior patrão do mundo: eles mesmos.
  9. A fortuna vem da noite para o dia: Pelo contrário, o retorno sobre investimento é muito demorado. Muitas vezes demora anos e o empreendedor desiste e volta a procurar um emprego estável. Isso é motivo para o fechamento de muitas empresas prematuramente.
  10. É necessário muito tempo para o planejamento: Não devemos gastar pouco tempo planejando, isso é fato. Mas também não devemos gastar muito tempo planejando. Não adianta ter um planejamento longo e uma execução tardia. O mundo muda muito rápido. Ultimamente tem se mostrado muito mais eficaz a abordagem de começar a executar o projeto e re-planejar durante o andamento, aprendendo e corrigindo os pontos que precisam ser melhorados. Isso reduz o “time-to-market” do produto/serviço e dá margem ao empirismo. Empirismo é muito importante para empreender.

Esses são os mitos que eu percebo como os mais aparentes em relação ao Empreendedorismo. E aí? O que você acha? Concorda? Discorda? Comente para estimular uma discussão sobre o assunto!


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Do Project ao Project Server

In Computação e Tecnologia on 24/10/2011 by flavioaf Etiquetado: , , , ,

O Microsoft Project é um software muito utilizado no mundo corporativo para o Gerenciamento de Projetos. O Project é utilizado para a criação de cronogramas e gestão de recursos em um projeto.

Através do Project, é possível cadastrar tarefas e sub-tarefas, com seu tempo de duração, data de início e de término. Também é possível definir quais são as tarefas predecessoras, ou seja, as tarefas que obrigatoriamente devem vir antes de outras, dessa forma as datas de início e término das demais tarefas também são ajustadas automaticamente. Através do Microsoft Project também é possível gerenciar os recursos financeiros e humanos do projeto, bem como atribuir pessoas responsáveis por cada tarefa. Segue abaixo uma tela de um cronograma de projeto no Microsoft Project.

Mas o que nem todo mundo sabe é que existe uma versão online do Microsoft Project, chamada Microsoft Project Server. Através do Project Server é possível publicar cronogramas de projetos em uma rede corporativa, e utilizar todos os recursos do Microsoft Project porém de forma online e compartilhada.

Entretanto, na realidade o Microsoft Project Server oferece muito mais funcionalidades que a versão cliente e tradicional do Project. Através do Project Server, é possível criar Websites para cada projeto, no qual os membros e gerentes da equipe poderão compartilhar documentos, cadastrar dados através de formulários, gerenciar Riscos, Issues e outras funcionalidades interessantes para a Gestão de um Projeto.

O Project Server permite todo o desenvolvimento web e customização de sites através de uma plataforma chamada Microsoft Sharepoint, na qual é possível criar sites com baixo esforço de programação. Através do Sharepoint é possível criar Listas (semelhantes a tabelas de banco de dados, porém já com seu respectivo CRUD) e Bibliotecas de Documento (componentes para upload de arquivos e compartilhamento de documentos e diretórios).

Caso seja necessário editar o código-fonte de algum formulário ou página, é possível editá-lo através da ferramenta Sharepoint Designer. O código-fonte das páginas é em ASP.NET e HTML, mas naturalmente também é possível incluir trechos de JavaScript e editar a folha de estilo CSS da página. O Sharepoint Designer também permite a programação de Workflows, para a execução de trechos de código imediatamente após um determinado evento (como por exemplo a inserção de um item em uma lista). Os dados e metadados referentes a Projetos, Listas, Bibliotecas de Documento, Workflows e Sites de Projeto ficam localizados no Microsoft SQL Server, em bases nativas do Project Server.

Recentemente trabalhei em um projeto de implantação de Project Server e posso confirmar que é uma solução interessante para as empresas que desejam aperfeiçoar seus processos de Gestão de Projetos e facilitar a comunicação e compartilhamento de informações entre a equipe. A criação de um site de projeto na Web, em uma rede interna torna a equipe independente daquele famoso cronograma que rolava de um computador para outro através dos e-mails, mas que na realidade ninguém sabia ao certo qual era sua versão mais atualizada.

Estamos na era da Computação em Nuvem. Hoje em dia tudo é compartilhado, então nada mais coerente do que os projetos serem gerenciados utilizando ferramentas online, seja o Microsoft Project Server ou qualquer outra. Ou você quer voltar para o cronograma em seu desktop?

Segue abaixo uma tela do Project Server:


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Mais do que um gênio, um quebrador de paradigmas

In Computação e Tecnologia, Empreendedorismo e Inovação on 14/10/2011 by flavioaf Etiquetado: , , , , ,

Antes mesmo de sua morte, o dia de hoje (14/10) já havia sido escolhido para homenageá-lo (http://stevejobsday2011.com/). Nunca fui de puxar saco de ninguém e não é essa a intenção deste post. O objetivo deste post é, além de prestar uma homenagem, esclarecer as reais contribuições de Steve Jobs para a humanidade. Muitos falam, principalmente a mídia, que Steve Jobs foi um grande inventor. Mas na realidade não foram as suas “invenções”, suas maiores contribuições para o mundo, mas sim as mudanças culturais, sociais e mercadológicas que elas trouxeram. Na realidade Steve Jobs não foi um “inventor”, ele não era um grande gênio da computação, muito menos da programação, longe disso. Jobs era um visionário, um “quebrador de paradigmas”. Suas criações tiveram muito mais foco social e mercadológico, do que técnico. Veja alguns exemplos:

  • Computador Pessoal: Antigamente (não tão antigamente assim) os computadores, até então os gigantes mainframes, só eram utilizados por empresas. Não existia no mercado o conceito de computador pessoal. Isso até 1976, quando Steve Jobs, aos 21 anos desenvolveu o Apple I, na garagem de casa, com um amigo. Mas foi o Apple II, em 1977, que começou a chamar a atenção de investidores, e assim surgiu a Apple. O Apple II gerou uma nova indústria, a de computadores pessoais, que hoje movimenta bilhões de dólares no mundo todo. Em 1984, Steve Jobs inovou novamente, unindo ao computador pessoal o conceito de interface gráfica com o mouse, surgia assim o Macintosh. Isso foi uma revolução no mundo da informática, pois os sistemas operacionais até então eram baseados em linha de comando. Isso popularizou os computadores, por possibilitar seu uso de uma forma jamais pensada pelo ser humano. O conceito de “janelas” do Mac OS (Sistema Operacional do Macintosh) foi copiado por diversas empresas, inclusive pela Microsoft, que lançou alguns anos depois o Windows, baseado no Sistema Operacional MS-DOS, porém com o conceito de janelas. Esse episódio foi um dos principais fatos responsáveis pela vasta popularização dos computadores, que hoje são utilizados em todo mundo e seu uso é entendido rapidamente por grande parte da população. Este foi sem dúvida, a primeira grande quebra de paradigma de Jobs.

  • Cinema: Este ano, tivemos um desenho animado participando da disputa pelo Oscar de melhor filme: Toy Story 3. Provavelmente isso não seria possível sem Steve Jobs, que após ter sido demitido da Apple, empresa que ele mesmo fundou, comprou de George Lucas a Pixar, empresa de Computação Gráfica. Assim surgiu em 1995, Toy Story, o primeiro desenho totalmente feito em computação gráfica. Até então os desenhos eram todos em 2D e a Computação Gráfica era utilizada apenas para criar efeitos especiais nos filmes. Com o sucesso de Toy Story, a indústria do cinema percebeu uma nova categoria. A partir de então surgiram muitos outros filmes de animação em Computação Gráfica, não apenas da Pixar, mas de outras grandes empresas do cinema e da animação, como a Disney, por exemplo.
  • Indústria da Música: Antes do iPod, tocadores de MP3 já existiam no mercado. Eram os sucessores dos empoeirados walkman da Sony. Em 2001 surgiu o iPod, e com ele a onda de baixar músicas pela internet. Dessa forma, o produto gerou um novo setor econômico, direcionou as atenções do mercado fonográfico para a internet. Dessa forma, a indústria fonográfica teve que se reinventar, tanto em produção, quanto em distribuição e até mesmo em regulamentação. Mas as maiores mudanças foram nos hábitos de consumo de música. Antigamente costumávamos freqüentar lojas de CD, hoje em dia podemos baixar álbuns inteiros pela internet.

  • Telefonia: O lançamento do iPhone em 2007 revolucionou não apenas o mercado de Smartphones, como muitos pensam. Mais do que isso, trouxe ao mundo um pensamento “orientado a aplicativos”. Hoje em dia, contamos com lojas de aplicativos não apenas nos Smartphones, mas também em Televisões, aparelhos de Blu-ray e outros eletrodomésticos. Esse é o começo de um mundo onde todos os aparelhos estarão conectados à internet e todos os eletrodomésticos possuirão lojas de aplicativos. Isso também gerou um novo e importante mercado: o de aplicativos para smartphones. Hoje qualquer desenvolvedor que estudar Objective-C poderá desenvolver aplicativos para iPhone. Este é um mercado muito aquecido e que está trazendo cada vez mais adeptos e estimulando a inovação e o empreendedorismo, pois a mobilidade oferece novas oportunidades de negócio e possibilidades que os computadores e notebooks não ofereciam.
  • Tablets: Você percebe que um produto vai virar tendência quando em poucos meses de seu lançamento surgem diversos “semelhantes”. Foi assim com o iPad. Na época muitos criticaram dizendo que era apenas um iPhone ou iPod Touch de tamanho maior. Mas na época havia uma especulação sobre como seriam os computadores do futuro. Muito se falavam nos Netbooks, por serem pequenos, de fácil acesso à internet e de baixo custo, apesar de nenhum atrativo em relação aos notebooks tradicionais. Com o surgimento do iPad, os Netbooks foram logo desbancados dessa posição e perderam para o design, usabilidade e experiência de usuário oferecida pelos tablets. Assim um novo mercado (dos tablets) já nasceu movimentando bilhões e repleto de competidores.

As grandes contribuições de Jobs não foram simplesmente os produtos que criou. Muito mais do que isso, Jobs criou novas categorias de produtos. Jobs criou o mercado de Computadores Pessoais, o mercado de animação em Computação Gráfica, o mercado de Música pela Internet, revolucionou o mercado de Telefonia e criou o mercado de Tablets, impulsionando uma nova tendência para o mercado de Computadores Pessoais (que também havia sido criado por ele). Dessa forma, podemos perceber que Jobs deixou conceitos muito mais permanentes do que simplesmente produtos. Produtos são efêmeros, suas idéias não. Pois suas idéias foram o pontapé inicial para mercados que podem se manter sozinhos, devido à competitividade de seus players.

O último trabalho de Steve Jobs seria o iCloud, solução da Apple para Computação em Nuvem. Acredito realmente que o mundo da tecnologia aponta para a nuvem, na qual diversos aparelhos estão e estarão conectados por meio de aplicativos em uma única grande rede global. Agora cabe a nós, desenvolvedores e empreendedores digitais continuar com as inovações iniciadas por Jobs através dos conceitos e indústrias que ele trouxe para mundo. Steve deu o caminho, cabe a nós percorrê-lo.

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Tutorial – Entendendo Java para Web (Parte 3)

In Programação Web on 06/10/2011 by flavioaf Etiquetado: , , , ,

Olá pessoal, finalmente e atendendo aos pedidos estou postando a parte 3 dos Tutoriais “Entendendo Java Web”, que tem trazido muitos acessos para o blog!

O post “Tutorial Entendendo Java para Web – Parte 1″ é o mais acessado de todos os tempos deste blog, com 3.900 acessos! O post pode ser encontrado no seguinte endereço: http://flavioaf.wordpress.com/2010/02/25/tutorial-entendendo-java-para-web-parte-1/ . Este post explica os conceitos básicos de Java 2EE, tais como o conceito de Beans, JSP, Servlet e como se estrutura o MVC do J2EE.

O post “Tutorial Entendendo Java para Web – Parte 2″ está no seguinte link: http://flavioaf.wordpress.com/2011/03/25/tutorial-entendendo-java-para-web-parte-2/ . O post ensina como configurar o ambiente com Tomcat e usando o Eclipse como IDE.

Nesta parte vamos desenvolver um exemplo de aplicação em J2EE. A aplicação escolhida será uma homenagem ao Rock in Rio, uma aplicação onde o usuário irá selecionar seu estilo musical favorito a aplicação irá exibir qual é o dia que o usuário deverá ir.

Página index.html:


<html><body>
<h1 align="center" >Selecione o estilo musical preferido:</h1>
<form method="POST" action=“EscolhaGrupo">
<select name="estilo" size="1">
<option> Pop
<option> Rock Alternativo
<option> Heavy Metal
<option> Pop Rock
</select><br>
<center>
<input type="SUBMIT" value="Enviar" >
</center>
</form>
</body>
</html>

Código do Bean:


package SugestaoMusical.model;
import java.util.*;
public class SelecaoMusical{
public ArrayList getLista(String estilo){
ArrayList<String> grupos = new ArrayList<String>();
if (estilo.equals("Pop")){
grupos.add("Paralamas do Sucesso + Titãs");
grupos.add("Claudia Leite");
grupos.add("Kate Perry");
grupos.add("Elton John");
grupos.add("Rihanna");

}
else if (estilo.equals("Rock Alternativo")){
grupos.add("NX Zero");
grupos.add("Stone Sour");
grupos.add("Capital Inicial");
grupos.add("Snow Patrol");
grupos.add("Red Hot Chili Peppers");
}
else if (estilo.equals("Heavy Metal")){
grupos.add("Glória");
grupos.add("Coheed and Cambria");
grupos.add("Motorhead");
grupos.add("Slipknot");
grupos.add("Metallica");
}
else {
grupos.add("Pop Rock");
grupos.add("Frejat");
grupos.add("Skank");
grupos.add("Maná");
grupos.add("Maroon 5");
grupos.add("Coldplay");
}
return grupos;
}
}

Código do JSP:


<%@ page import="java.util.*" %>
<html>
<body>
<h1 align =center="center"> Recomendação Musical: JSP</h1>
<% ArrayList<String> estilo =(ArrayList) request.getAttribute("listaRecomendada");
for (String musica:estilo){
out.print("<br>"+ musica);
}
%>
</body>
</html>

Código do Servlet:


package SugestaoMusical.web;
import SugestaoMusical.model.*;
import javax.servlet.*;
import javax.servlet.http.*;
import java.io.*;
import java.util.*;
public class Recomendacao extends HttpServlet{
public void doPost(HttpServletRequest request,
HttpServletResponse response) throws IOException, ServletException {
String estilo = request.getParameter("estilo");
SelecaoMusical selecao = new SelecaoMusical();
ArrayList<String> retorno = selecao.getLista(estilo);
request.setAttribute("listaRecomendada" , retorno);
RequestDispatcher vista = request.getRequestDispatcher("sugestao.jsp");
vista.forward(request, response);
}
}

Código do web.xml:


<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?>
<!DOCTYPE web-app
PUBLIC "-//Sun Microsystems, Inc.//DTD Web Application 2.3//EN"
"http://java.sun.com/dtd/web-app_2_3.dtd">
<web-app>
<servlet>
<servlet-name>Musicas</servlet-name>
<servlet-class>SugestaoMusical.web.Recomendacao</servlet-class>
</servlet>
<servlet-mapping>
<servlet-name>Musicas</servlet-name>
<url-pattern>/EscolhaGrupo</url-pattern>
</servlet-mapping>
</web-app>

No próximo post e último desta série, vamos explicar melhor o significado de cada trecho deste código.

Até a próxima!

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A Inteligência por traz do Business Intelligence

In Engenharia de Software on 28/09/2011 by flavioaf Etiquetado: , , ,

O termo Business Intelligence faz parte da rotina do cenário corporativo. Business Intelligence (conhecido pela sigla BI) é uma categoria de Sistemas de Informação que são capazes de organizar dados de diversas fontes e exibi-las para o usuário de forma útil, dando suporte à tomada de decisões. Aplicativos BI fazem análises, cruzam dados e emitem relatórios.

Fiz meu Projeto Final de graduação (monografia) nesta área. Mais precisamente, meu projeto abordou um Processo de Negócio elaborado por mim para a implementação de uma Linha de Produto de Software para aplicativos BI. Ou seja, desenvolvi um processo para a criação de aplicações BI customizáveis, com componentes reutilizáveis.

Apesar de focar na questão da engenharia de software envolvida com aplicativos BI, não deixei de dar atenção às questões mercadológicas. O mercado de BI está muito aquecido, se revelando muito mais do que uma tendência, e sim uma solução fundamental para a estratégia de qualquer empresa. Em 2010 este mercado movimentou mais de US$ 300 milhões somente no Brasil e mais de US$ 10,5 bilhões no mundo todo. Apesar de ser tão comum no mundo corporativo e de representar uma demanda tão aparente para as empresas, a tecnologia por traz desse tipo de solução ainda é muito obscura para a maioria das pessoas, mesmo para as que adquirem esse tipo de ferramenta. Dessa forma, existem poucos profissionais capacitados para desenvolver esse tipo de solução. Por isso, estou focando sobre a infra-estrutura das soluções BI neste post.

A infra-estrutura de uma aplicação BI deve ser feita de forma a existir um ambiente para que os dados sejam cadastrados e um ambiente para que de fato sejam analisados. Portanto, uma ferramenta BI é dividida em dois ambientes: Ambiente Transacional e Ambiente Analítico. No Ambiente Transacional, também chamado de OLTP (Online Transaction Processing) ocorrem as transações com o banco de dados, ou seja, é nele que os dados são cadastrados e atualizados. No Ambiente Analítico, também chamado de OLAP (Online Analytical Processing) ocorrem as consultas e análises. Segue abaixo uma explicação detalhada de cada um dos ambientes:

Ambiente Transacional (OLTP): O termo Online Transaction Processing (OLTP) se refere a Sistemas de Informação capazes de efetuar transações, como cadastros e atualizações de dados. Muitas empresas possuem sistemas para esse propósito, porém muitos deles antigos e de difícil manutenção. São os chamados Sistemas Legados. O ambiente OLTP pode ser composto por várias fontes de dados, tais como: Bancos de Dados Relacionais e até mesmo planilhas ou arquivos texto.

Ambiente Analítico (OLAP): O Ambiente Analítico, ou Online Analytical Processing (OLAP) tem o objetivo de dar suporte a decisões, portanto, dar suporte às funções associadas à concepção do negócio. O OLAP executa basicamente consultas, que fornecem dados relevantes ao usuário. As consultas são “ad-hoc”, ou seja, podem ser montadas pelo usuário em tempo de execução, sem a necessidade da utilização de uma linguagem de busca como a SQL. O Ambiente Analítico é composto pelo Cubo OLAP, que relaciona as dimensões de análise e pelo Front-End OLAP, que oferece uma interface para que o ciente execute as consultas “ad-hoc”.

A figura abaixo mostra o funcionamento de uma Ferramenta BI. No Ambiente Transacional, temos um Banco de Dados Relacional, no qual os dados são extraídos. Os dados extraídos do Banco de Dados Relacional são levados para um banco de dados temporário, chamado Banco de Dados Staging. Estes dados são transformados através de alguns scripts e carregados em um Banco de Dados Multidimensional, conhecido como Data Warehouse. Esse processo de “extração, transformação e carga” é conhecido pela sigla ETL (Extract-Transform-Load). Depois desse processo, os dados do Data Warehouse são estruturados na forma de Cubo, no Ambiente Analítico. O Cubo OLAP alimenta o Front-End OLAP, que será de fato a interface com o usuário final, ou seja, a tela que todos conhecem nas ferramentas BI.

É uma arquitetura complexa, que envolve muitas outras questões técnicas e de desenvolvimento, mas espero que esse post seja útil como base para quem se interessa pelo o assunto, ou mesmo para fomentar o interesse em quem não o conhecia.

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Conceitos de Gerenciamento de Projetos (Parte 3)

In Engenharia de Software on 20/09/2011 by flavioaf Etiquetado: , ,

Olá pessoal, no post anterior sobre conceitos de Gerenciamento de Projetos, falei sobre o que é gerenciar projetos, porque gerenciar e também abordei a Restrição Tripla do Gerenciamento de Projetos, se quiserem, basta consultar as partes 1 e 2 nos links a seguir:

Parte 1: http://flavioaf.wordpress.com/2010/02/15/conceitos-de-gerenciamento-de-projetos-parte-1/

Parte 2: http://flavioaf.wordpress.com/2010/04/07/conceitos-de-gerenciamento-de-projetos-parte-2/

Porém, começamos esta parte com uma pergunta: Por que projetos fracassam?

Bom, acho que todo mundo já viu aquela famosa imagem, muito comum em apresentações e treinamentos sobre Gerenciamento de Projetos, principalmente na área de TI:

Essa imagem ilustra bem a falha no fluxo de comunicação entre os stakeholders de um projeto (cliente, gerente, equipe). Porém, apesar de essa geralmente ser a interpretação da tirinha, não é o único problema ilustrado. Na realidade, essa tirinha ilustra problemas em todas as áreas de conhecimento no Gerenciamento de Projetos, não apenas na comunicação.

Um fato comum em TI é o de que o cliente não tem a menor idéia do que quer. Sim, exatamente isso que você leu. O cliente não sabe o que quer, pois seus principais requisitos só ficam claros durante o uso. Por isso, o cliente da historinha explicou que queria um balanço, quando na verdade queria um pneu pendurado na árvore. Dessa forma, as metas e objetivos do projeto são mal formulados e o escopo fica muito distante do real valor que o projeto poderia agregar ao cliente.

O líder do projeto entende um escopo completamente diferente do que o cliente explicou e passa para o analista de negócios para especificar, e este gera outra interpretação completamente diferente. O analista especifica todo o projeto, com base na informação já errada que recebeu do líder/gerente do projeto e faz tudo isso sem sequer realizar outra reunião com o cliente!!! Depois o analista passa ao técnico que vai desenvolver o projeto, a especificação errada, que foi feita com base em informações inicialmente erradas! E o técnico desenvolve um produto completamente diferente do que o cliente esperava, e por aí o vai o telefone sem fio…

Ou seja, o projeto é tocado com informações insuficientes ou inadequadas! Dessa forma, ocorre uma grande fuga do escopo inicial do projeto, os prazos são mal estimados, os custos são mal estimados… Dessa forma, tudo sai do controle, afinal as métricas estão todas erradas!

Sem contar que o equilíbrio entre planejamento e execução muitas vezes é uma grande dificuldade das equipes de projetos. Destinar pouco tempo ao planejamento é um problema sério, pois não adianta executar um projeto sem minimamente ter uma noção, pelo menos superficial do escopo e dos riscos envolvidos. Mas mais grave ainda é destinar tempo demais ao planejamento, retardando em muito a execução e dando pouca margem ao empirismo. É importante encontrar um equilíbrio, evitando realizar um projeto sem traçar a estratégia necessária, nem sem demorar muito tempo para entregar algo de valor.

Seguem abaixo alguns pontos importantes para obter sucesso:

  • Selecionar corretamente os membros chaves da equipe: É importante montar uma equipe com competências complementares.
  • Desenvolver o comprometimento do time: Uma equipe motivada realiza até o impossível.
  • Fazer estimativas realistas: Seja honesto com seu cliente, estime prazos e custos justos ao escopo do projeto.
  • Se antecipar aos riscos: Prepare planos de ação e contingência para problemas que tem grande probabilidade de ocorrer.
  • Não ter medo de Mudanças de Escopo: Não veja as Mudanças de Escopo como um problema! Alterações no escopo vão ocorrer, principalmente num projeto grande. O mundo muda, o negócio do cliente muda, os requisitos mudam, é natural o escopo mudar também.
  • Priorizar o objetivo final: Ter foco nos objetivos, não nos entregáveis. Isso abre mais nossas possibilidades, nos faz pensar “fora da caixa”.
  • Ter foco nos objetivos do cliente: Tenha foco no objetivo do cliente, não no produto. É para atender aos objetivos dele que você foi contratado.

Para alcançar boa parte desses objetivos, existem as áreas do conhecimento em Gerenciamento de Projetos, que são 9, ilustradas na figura abaixo:

No próximo post, vamos falar sobre Gestão do Escopo!

Até a próxima!

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Avalie seu Processo de Avaliação

In Empreendedorismo e Inovação on 12/09/2011 by flavioaf Etiquetado: , ,

Começo avisando que este post pode ser um pouco polêmico, pois defendo sobre esse tema uma opinião muitas vezes contrária ao que em geral é praticado e pregado no mercado. Minha intenção aqui não é dizer o que é certo ou errado, é apenas a de oferecer uma visão diferente da comum sobre um tema tão importante no mundo corporativo.

Então, aqui está o aviso. Caso você não esteja aberto a uma nova opinião ou a uma reflexão saudável sobre este tema, acho melhor nem continuar lendo esta publicação, do contrário, você está convidadissimo! =)

A questão aqui é o Processo de Avaliação de Desempenho das empresas, ou melhor, a forma como é realizado e principalmente seus efeitos sobre a carreira e motivação dos funcionários.

As ferramentas de avaliação surgiram quando as empresas perceberam que não são simplesmente um portfólio de produtos e serviços, mas sim um conjunto de competências! Produtos e serviços podem mudar no futuro, dependendo da estratégia da empresa e até mesmo de questões tecnológicas ou sócio-culturais. O que importa é o conjunto de competências que a empresa possui ou desenvolve através de seus indivíduos. Uma empresa antes de seus produtos e serviços é um conjunto de pessoas!

Até aí, nenhuma novidade. Mas muitas grandes empresas passam ultimamente por grandes dificuldades para a retenção de talentos, e muitas vezes isso está ligado direta ou indiretamente à forma como avaliam seus funcionários, ou como utilizam os resultados dessas avaliações.

Para refletir sobre esse problema, precisamos perceber que talentos geralmente possuem motivadores diferentes dos funcionários comuns. Talentos são focados em resultados, são auto-gerenciáveis, gostam de desafios, querem autonomia para tomar suas próprias decisões e precisam de certa forma desta autonomia para alcançar seus melhores resultados. Em geral, esses são os mais alinhados à identidade organizacional da empresa (missão, visão e valores), muitas vezes mais do que seu próprio chefe. Muitos chefes oferecem aumento de salário para reter esses talentos, mas essas pessoas não permanecem na empresa somente pelo dinheiro, mas sim pela oportunidade de realizar um serviço à altura de suas capacidades. Talentos são pessoas diferenciadas, e pessoas diferenciadas devem ser avaliadas de forma diferenciada.

Cada empresa aplica uma determinada metodologia para Avaliação de Desempenho, que na maioria das vezes consiste em objetivar demais o que é extremamente subjetivo. Pessoas possuem diferentes conhecimentos, habilidades, atitudes, vontades, aspirações, planos de carreira, personalidades. Tudo isso é muito subjetivo. Porém as empresas insistem em colocar tudo isso numa fórmula matemática para resumir seu “desempenho”. O que é o desempenho senão um conceito altamente subjetivo?

Cada empresa elabora sua própria definição de “desempenho”, muitas vezes definindo critérios que cada nível de carreira deve realizar ou alcançar para subir ao próximo nível, não importando sequer se a pessoa possui outras competências, muitas vezes mais eficazes para o alcance dos resultados e objetivos estratégicos da empresa. A consequência disso é uma avaliação pouco precisa, possibilitando injustiças e consequente desmotivação desses funcionários. Além disso, dá margem ao favorecimento de uns em detrimento de outros, além de intrigas, fofocas e jogo de interesses.

Não sou contra os Processos de Avaliação de Desempenho, mas acredito que eles devem ser vistos como oportunidade de evolução na carreira, não como ameaças de demissão. A avaliação do desempenho deve ser feita para identificar os pontos de melhoria de cada profissional e como cada um influencia ou pode influenciar nos rumos da estratégia da empresa, seja esse profissional um executivo ou mesmo um estagiário. Além disso, é fundamental que a empresa tenha em mente que a Avaliação de Desempenho deve ter um alto grau de subjetividade envolvido, tendo que estar aberta a avaliar os funcionários caso a caso e não se ater simplesmente a números e “ratings”. Pessoas são diferentes, então porque seriam avaliadas da mesma maneira?

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Como dar start em uma Startup

In Empreendedorismo e Inovação on 22/04/2011 by flavioaf Etiquetado: , ,

Outro dia li um artigo sobre uma empresa criada há poucos meses que já está valendo U$ 5 milhões… Trata-se do Greplin, um site que tem o objetivo de atuar como um buscador de informações pessoais. No site você cadastra suas principais contas da internet: Gmail, Google Agenda, Google Docs, Facebook, Twitter, LinkedIn etc. Mas o mais intrigante é a idade do fundador: 18 anos!

Esse é o perfil da atual geração do mercado de trabalho, a Geração Y. O perfil empreendedor, muito mais valorizado por essa geração do que pela anterior, que valorizava mais a carreira em uma única empresa. Os jovens dessa geração (eu me incluo) tem vontade e gosto pela inovação, pelo empreendedorismo, pela criação de novas idéias e geração de negócios. Assim como esse jovem, já ocorreram diversos outros casos de sucesso que se trasformaram em grandes empresas, como o de Marck Zuckenberg, que criou o Facebook com cerca de 20 anos de idade. Esse tipo de iniciativa vinda de jovens tem se tornado cada vez mais comum, principalmente no setor de tecnologia, que é muito propício à inovação.

Na área de tecnologia sempre há algo que ainda não foi inventado (diferente do que pensavam há uns 30 anos atrás), algum nicho que ainda não foi explorado ou pouco explorado ou alguma outra abordagem. Isso está cada vez mais estimulado porque o próprio desenvolvimento tecnológico incentiva a geração de novas idéias, uma vez que gera novas áreas, consequentemente novas carreiras, consequentemente mais profissionais, consequentemente mais pessoas para terem idéias. A tecnologia se auto-sustenta.

Mas fica uma questão? Como montar um negócio de sucesso?

Não há receita, não há fórmula. Mas existem dicas importantes… O primeiro passo é iniciar o negócio com pessoas motivadas, pessoas que comprem sua idéia. Não tenha medo de compartilhar sua idéia com outras pessoas. Seus amigos não vão copiar sua idéia, eles vão se unir a você e até dar novas sugestões para melhorar sua idéia!

O segundo passo é pensar em um produto que seja útil ao seu cliente, que gere valor e que seja rentável. O grande desafio é fazer isso de forma que você consuma recursos mínimos. Lembre-se que quando você apresentar sua idéia ao investidor, ele deverá ter uma percepção de valor sobre o seu produto, afinal ele estará pensando no Retorno sobre Investimento de suas vendas.

O terceiro passo é ser perseverante, mesmo com todas as dificuldades aqui no Brasil, por causa da burocracia e elevados impostos.

Somente reunindo essas características é recomendado que você corra atrás de um investidor, caso contrário será difícil ter sucesso ou conseguir um bom investimento.

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Apenas mais um post sobre Redes Sociais

In Computação e Tecnologia on 03/04/2011 by flavioaf Etiquetado: , , , ,

Podemos dizer que as redes sociais são a grande modinha da internet. Mas acho que o termo não é bem modinha, pois elas já são “modinha” há muito tempo. As redes sociais e empresas baseadas nelas se tornaram um modelo de negócios tão comum que não representam mais grande novidade para os usuários, mas sim para as empresas. Agora que as empresas estão aprendendo a tirar o máximo de proveito das redes sociais, porque finalmente estão percebendo a eficiência e as vastas possibilidades que essas plataformas oferecem.

Primeiramente, qual é o produto das empresas focadas em Redes Sociais, como o Facebook?

Informações pessoais. Isso mesmo, o Facebook vende as suas informações pessoais para empresas. Seja para fazer uma divulgação de seus produtos e serviços mais focada para seu público-alvo, ou até mesmo apenas para fazer análises sobre o comportamento dos consumidores em seu nicho de mercado. Dessa forma, o que você posta na rede social, seus gostos e hobbies, se tornam o maior ativo desse tipo de empresa. Um ativo intangível, diferente de produtos e serviços.

As empresas utilizam isso de inúmeras formas, por exemplo, para enviar e-mails diretamente para o público-alvo que desejam. Através das informações disponibilizadas em redes sociais, as empresas podem identificar o comportamento de consumidores de determinadas faixas etárias, sexo, classes sociais e até relacionar que outros produtos as pessoas que compram seus produtos também se interessam. Tudo isso é fundamental para traçar novas estratégias de Marketing, que se tornam bem eficientes por estarem atingindo apenas as pessoas que interessam, ou seja, os clientes em potencial.

Por ser uma propaganda focada, a probabilidade de venda é maior, dessa forma o ROI (Retorno sobre Investimento) desse tipo de propaganda é muito maior do que o de confeccionar material publicitário, como banners e outdoors, o que a torna um prato cheio para empresas. Muitas delas, ainda por cima usam as opiniões dos consumidores para criar novos produtos e aperfeiçoar os antigos, como o caso da Pepsico, que lançou um pacote de 5 quilos de Doritos, depois de uma campanha em uma comunidade do Orkut. Outro exemplo é a Dell, que atendendo à pedidos de clientes em Redes Sociais, lançou computadores com o Sistema Operacional Linux, mais precisamente com a distribuição Ubuntu.

Além disso, as Redes Sociais estão se tornando meios de comunicação diretos entre as empresas e os consumidores. Muitas empresas estão usando sua conta no Twitter como SAC. E tem sido mais eficiente do que o telefone. Você posta uma reclamação mencionando uma determinada empresa e elas respondem na hora. O motivo é simples, as empresas sabem que os clientes falam sobre elas nas Redes Sociais, bem e mal e nada vai mudar isso. Porém, elas estão usando as Redes Sociais para responder aos clientes e mostrar que podem resolver seus problemas, e fazem isso de forma aberta, através do Twitter ou Facebook, para que todos possam ver que elas foram “atenciosas” com o cliente, o que não pode ser feito pelo telefone. Afinal, ninguém gosta de ligar para SAC né? Em geral, você é repassado diversas vezes e ninguém resolve seu problema, além disso, você fica sempre ouvindo aquela musiquinha chata e demora muito tempo para ser atendido. Por isso, os clientes estão utilizando esses recursos para estabelecer um contato mais rápido com as empresas.

Em toda essa questão de informações pessoais, fala-se muito em privacidade. Muita gente reclama das políticas de privacidade das redes sociais e até resiste a utilizá-las por causa disso. Mas na minha opinião quem usa redes sociais não tem direito de reclamar de privacidade, já que o uso é opcional. A própria pessoa escolheu entrar na rede social, escrever seu status e postar suas fotos. Cabe ao bom-senso saber utilizar esses recursos de modo a não denegrir sua própria imagem ou criar situações constrangedoras. Quer menos privacidade que uma Rede Social chamada Foursquare, na qual você posta onde está? Mas acontece que você só posta essa informação se quiser, e ela tem sido muito útil, para encontrar informações sobre restaurantes e estabelecimentos comerciais e ver comentários de outras pessoas sobre aquele estabelecimento, tais como “experimente o risoto, é imperdível”, ou “comida boa, mas muito caro”. A versão mais recente do Foursquare mostra até as promoções nos estabelecimentos comerciais mais próximos.

Aos resistentes às Redes Sociais, devemos lembrar que a uns 20 ou 30 anos também havia a mesma resistência para utilizar a própria internet, hoje ela se tornou tão parte da nossa vida que substituiu hábitos e nos trouxe facilidades como Internet Banking, pagamentos online e até exigências burocráticas, tais como a Declaração do Imposto de Renda, que agora só pode ser transmitida pela internet. Por esses e outros exemplos, vejo que o mesmo pode acontecer com as Redes Sociais, onde as empresas estão utilizando cada vez mais os seus recursos para atingir os clientes, e quem ficar de fora, pode perder muitas vantagens.

Alguns dizem que é perigoso entrar em Redes Sociais, nem discordo totalmente disso. Mas talvez seja mais perigoso ficar fora delas.

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